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O MCP (Model Context Protocol) consegue resolver problemas complexos mantendo vivo o histórico completo da conversa. Cada decisão nova depende de informações das etapas anteriores, criando uma cadeia lógica contínua que permite ao agente "lembrar" de tudo que aconteceu antes.
O MCP funciona como uma conversa prolongada onde nada é descartado. O agente acessa todo o histórico de execução para tomar decisões na próxima etapa. Isso é fundamental para tarefas como: ler um documento, extrair requisitos, gerar código e fazer deploy—cada fase precisa saber o que aconteceu nas anteriores.
Essa abordagem causaria falhas graves. Se o agente esquecesse das etapas anteriores, não conseguiria conectar as peças do problema. Um sistema que não acessa histórico não consegue resolver nada além de tarefas isoladas e triviais.
Apagar o histórico é justamente o oposto do que o MCP faz. Embora economize tokens no curto prazo, destruiria a capacidade de resolver problemas complexos. O MCP foi projetado para manter contexto longo, não para descartar informações.
Esta é a estratégia correta. O MCP mantém o contexto conversacional completo, como um histórico que cresce a cada etapa. Decisões posteriores consultam tudo que foi feito antes, criando uma sequência lógica coerente do início ao fim do problema.
Dividir em agentes isolados quebraria a solução. Se cada agente tivesse seu próprio contexto sem compartilhar com os outros, perderíamos a visão geral do problema e cada um tentaria resolver uma parte sem saber o que os outros fizeram.