~/questoes/agentes-de-ia
O fluxo prático do MCP segue uma sequência clara: o modelo recebe uma tarefa, identifica a necessidade de recursos externos, formula uma requisição padronizada, o servidor a processa e retorna o resultado em formato padrão. Esse ciclo permite que agentes de IA trabalhem com ferramentas externas de forma consistente e eficiente.
A alternativa B descreve corretamente a sequência do fluxo MCP porque mantém a ordem lógica: o modelo é o ponto de partida (recebe a tarefa), formula a requisição segundo o padrão do protocolo, o servidor processa essa requisição, e finalmente retorna um resultado que o modelo consegue interpretar imediatamente.
Esta sequência mistura conceitos. Embora mencione armazenamento e verificação de credenciais, coloca a verificação de credenciais do usuário como terceiro passo, quando na verdade essas verificações são parte da autenticação inicial. Também começa com armazenamento de tarefa, não com o modelo recebendo a tarefa.
Esta é a sequência correta porque reflete exatamente como funciona na prática: o modelo recebe a tarefa (ponto de partida), formula uma requisição padronizada conforme o protocolo MCP, o servidor processa essa requisição acessando ferramentas ou dados, e retorna o resultado em formato padrão que o modelo interpreta.
Esta alternativa inverte a lógica do protocolo. Ela sugere que o modelo executa ações diretamente após validar permissões, quando na verdade o MCP é justamente um intermediário: o modelo nunca executa ações diretamente, sempre através do servidor que processa a requisição.
Esta sequência está completamente fora de ordem. O servidor não inicia o fluxo enviando tarefas ao modelo; o modelo é quem começa ao receber a tarefa do usuário. Além disso, o cliente não armazena resultados em banco de dados como último passo; o retorno já vem processado e pronto para uso.