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Um servidor MCP (Model Context Protocol) expõe seus recursos através de três categorias bem definidas: ferramentas, recursos e prompts. Cada uma delas serve a um propósito específico na comunicação entre agentes e serviços externos, permitindo que o agente acesse funcionalidades, dados e interações predefinidas de forma padronizada.
A alternativa A está correta porque identifica exatamente as três categorias que um servidor MCP disponibiliza: ferramentas são ações que o agente pode executar, recursos fornecem acesso a dados ou arquivos, e prompts são interações predefinidas que facilitam comunicações comuns. Essa estrutura em três camadas é a base do protocolo.
Ferramentas, recursos e prompts são as três categorias principais do MCP. Ferramentas são operações executáveis (como chamar uma API), recursos são dados acessíveis (como um arquivo ou banco de dados), e prompts são templates de interação predefinidos que o agente pode usar.
Endpoints, rotas e controladores são conceitos de arquitetura HTTP e APIs REST, não do MCP. O protocolo MCP é agnóstico quanto ao transporte e não define sua estrutura em torno desses termos.
Módulos, plugins e extensões referem-se a padrões de extensibilidade de software em geral, não às categorias de recursos que um servidor MCP expõe. Essas construções podem existir em um servidor, mas não são as categorias principais do protocolo.
Caches, buffers e filas são mecanismos de otimização e gerenciamento de fluxo de dados, não categorias de recursos. Embora um servidor MCP possa usar essas técnicas internamente, elas não fazem parte da classificação de recursos expostos ao cliente.