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RAG (Retriever Augmented Generation) e fine-tuning são duas estratégias diferentes para adaptar modelos de linguagem a domínios específicos. RAG recupera informações externas sem retreinar o modelo, enquanto fine-tuning requer um novo treinamento completo, mais custoso e complexo.
A alternativa D está correta porque destaca a diferença fundamental: RAG permite adaptar modelos sem custos de retreinamento (apenas recuperando informações), enquanto fine-tuning exige investimento em computação para treinar o modelo novamente com novos dados.
Essa alternativa inverte a realidade. RAG é mais rápido de implementar, mas a velocidade não é a diferença principal. Além disso, ambas as abordagens oferecem boa qualidade quando bem executadas.
Essa informação é incorreta. RAG funciona tanto com modelos abertos quanto fechados (como GPT-4 via API), e fine-tuning também pode ser usado em ambos. A disponibilidade do modelo não é o fator diferenciador.
Essa afirmação é falsa. RAG geralmente requer conexão com uma base de dados externa para recuperar informações, enquanto fine-tuning trabalha offline. A dependência de conectividade não distingue essas técnicas corretamente.
Essa é a diferença essencial. RAG adapta o modelo ao contexto específico sem retreat trainamento (economizando recursos), enquanto fine-tuning força o modelo a aprender novos padrões através de treinamento completo, exigindo muito mais poder computacional e tempo.