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RAG tradicional recupera documentos e os passa para um modelo de linguagem gerar respostas. Agentic RAG vai além: implementa loops de reasoning onde o agente avalia resultados, reformula estratégias de busca e executa múltiplas recuperações em sequência, funcionando como um assistente inteligente que pensa sobre o problema.
A alternativa A está correta porque captura a essência do Agentic RAG: os loops de reasoning permitem que o agente não apenas busque informação, mas também avalie se obteve bons resultados e ajuste sua estratégia. Isso é o que diferencia fundamentalmente as duas abordagens.
Loops de reasoning autônomos são o coração do Agentic RAG. O agente avalia cada resultado, decide se precisa de mais informação, reformula perguntas e executa novas buscas iterativamente. Isso permite resolver problemas complexos que RAG tradicional não conseguiria.
Essa alternativa confunde o problema. Tanto RAG tradicional quanto Agentic RAG podem usar múltiplos provedores de LLM. Spring AI, por exemplo, oferece abstração para OpenAI, Azure OpenAI e modelos de código aberto em ambas as abordagens. A escolha de provedor não é o diferencial.
Na verdade, Agentic RAG geralmente faz mais chamadas à API porque executa múltiplas roundtrips com o LLM para raciocinar sobre os resultados. RAG tradicional é mais simples e potencialmente mais barato justamente porque não tem esses loops extras.
O banco de dados usado (PostgreSQL, vector stores, etc.) é uma questão de implementação técnica, não uma diferença conceitual entre as abordagens. Ambas podem usar diferentes tecnologias de armazenamento; o que importa é como utilizam esses dados.