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O fluxo de desenvolvimento de um agente de IA usando Google ADK segue uma ordem lógica: primeiro você instala e entende a ferramenta, depois cria o agente com código simples, conecta a um modelo de linguagem e testa tudo direto no navegador. Esse processo elimina complicações desnecessárias e permite começar rápido.
A alternativa C apresenta a sequência real e prática: instalar o ADK, compreender seus conceitos, criar um agente com poucos comandos, integrar uma LLM gratuita e validar o resultado no navegador. Essa ordem respeita a lógica de aprendizado e execução, começando pelo mais simples e avançando para integração.
Essa sequência mistura termos técnicos reais (compilar, deploy, monitorar logs) com um fluxo que não corresponde ao Google ADK. Compilação e deploy tradicional não são necessários neste contexto, pois o ambiente web do Google ADK já fornece execução direta.
Essa alternativa menciona comprar pacote (desnecessário), escrever 500 linhas (contrário ao objetivo de simplicidade) e treinar modelo (não é o foco do ADK). O Google ADK trabalha com modelos prontos, não com treinamento do zero.
Essa é a ordem correta: instalar o Google ADK, aprender seus conceitos básicos, criar um agente com código mínimo, conectar a uma LLM gratuita do Google e testar direto no navegador sem instalações adicionais.
Essa sequência reflete processos burocráticos de aprovação ou registro que não se aplicam ao Google ADK. O ADK permite começar imediatamente após instalação, sem esperar por aprovações.