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O Qdrant funciona através de três etapas principais: criar coleções (estruturas para armazenar vetores), inserir vetores com seus metadados associados e executar buscas semânticas. Essas etapas formam o ciclo completo de operação de um banco vetorial.
A alternativa correta descreve o fluxo real do Qdrant: primeiro você cria coleções (similares a tabelas em bancos tradicionais), depois insere vetores acompanhados de metadados que enriquecem a busca, e finalmente realiza buscas semânticas que encontram os vetores mais similares à sua consulta.
Compilar código-fonte não é uma etapa do Qdrant. O banco vetorial já vem pronto para uso (via Docker ou instalação), e configurar variáveis de ambiente é feito uma única vez na instalação, não a cada consulta.
Armazenar documentos sem criar estruturas não funciona assim. O Qdrant exige que você crie coleções antes de inserir dados, pois elas definem a dimensionalidade dos vetores e a métrica de similaridade a ser usada.
Deletar coleções antigas não é necessário para otimização. Você pode manter múltiplas coleções simultaneamente, e criar novas coleções não afeta o desempenho das existentes.
Este é o fluxo correto. Você cria coleções com configurações específicas, insere vetores acompanhados de metadados (como título ou fonte do documento), e depois executa buscas semânticas que retornam os registros mais similares.