~/questoes/codex
Assistentes de código como Codex são ferramentas poderosas, mas código crítico em produção sempre necessita validação humana. Mesmo com modelos especializados, a responsabilidade final sobre a qualidade e segurança do software permanece com o desenvolvedor.
A alternativa correta reconhece que assistentes de IA, por mais avançados que sejam, geram código que requer verificação humana obrigatória em ambientes de produção. Isso não é limitação do modelo, mas uma prática fundamental de engenharia: código que afeta usuários reais precisa de olhos experientes validando lógica, segurança e performance.
Essa alternativa está correta porque reconhece a realidade: mesmo modelos especializados em código geram sugestões que precisam de validação humana antes de ir para produção. Especialização não elimina a necessidade de revisão, apenas aumenta a qualidade base do que é gerado.
Essa alternativa está errada porque promete 100% de segurança, o que não existe em software. Além disso, não é a certificação do revisor que garante segurança, mas o processo rigoroso de validação. Um desenvolvedor experiente sem certificado formal também pode revisar adequadamente.
Essa alternativa está errada porque Codex gera código compilável com frequência bem alta. O problema não é compilação constante ou sintaxe incorreta, mas questões mais profundas: se o código faz realmente o que deveria fazer, se é seguro e se segue os padrões da equipe.
Essa alternativa está errada porque separa artificialmente refatoração de geração nova. Ambas precisam de revisão em produção. Código novo gerado por IA também pode conter bugs lógicos, problemas de performance ou vulnerabilidades que só revisão humana identifica.