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Um modelo em dbt é uma consulta SQL que foi transformada em um componente reutilizável e versionável, representando uma tabela ou visualização dentro do seu data warehouse. Modelos são o coração de dbt: eles organizam suas transformações de dados de forma modular, permitindo que você construa camadas de dados refinadas e fáceis de manter.
A alternativa C está correta porque define modelo exatamente como é na prática: uma consulta SQL que ganha superpoderes de reutilização, versionamento e integração com o projeto dbt. Diferentemente de SQL solto, um modelo em dbt pode ser referenciado por outros modelos, testado automaticamente e documentado de forma integrada.
Configurações YAML que definem credenciais pertencem aos arquivos de conexão (profiles.yml) ou variáveis de ambiente, não são modelos. Modelos são os arquivos .sql que contêm a transformação de dados.
Visualização de dados é função de ferramentas como Tableau ou Looker, não do dbt. dbt gera as tabelas e visões no warehouse; a visualização dos dados acontece em ferramentas de BI integradas depois.
Essa é a definição correta. Um modelo é um arquivo SQL que dbt transforma em um componente reutilizável. Você pode referenciar um modelo dentro de outro modelo, versioná-lo com Git e aplicar testes automaticamente.
Pacotes externos ampliam funcionalidades de dbt (como dbt-utils ou dbt-expectations), mas não são a definição de modelo. Um modelo é um componente nativo e central do dbt, não uma extensão.