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Bibliotecas compartilhadas no Figma centralizam componentes e padrões de design que podem ser reutilizados em múltiplos projetos. Isso garante consistência visual, facilita atualizações globais e permite que grandes equipes trabalhem com eficiência, sem duplicar trabalho ou perder sincronia.
Centralizar componentes em uma biblioteca permite que vários projetos consumam os mesmos elementos. Quando você atualiza um componente na biblioteca, todos os projetos que o usam recebem a atualização automaticamente. Isso é o que realmente garante escalabilidade: menos redundância, mais controle e consistência em escala.
Aumentar o número de usuários que acessam um arquivo não é o mecanismo de escalabilidade das bibliotecas. Isso está relacionado a permissões e colaboração, não à forma como componentes garantem consistência e manutenção em múltiplos projetos.
Dividir o trabalho em computadores diferentes para processar é um conceito de computação distribuída, não de design systems. Figma funciona na nuvem e a escalabilidade vem da organização centralizada, não da distribuição de processamento.
Esta é a resposta correta. Centralizar componentes em uma biblioteca compartilhada permite que múltiplos projetos e equipes usem os mesmos elementos, garantindo coesão visual, facilitando manutenção e permitindo que mudanças globais sejam propagadas automaticamente.
Remover automaticamente elementos não utilizados é uma otimização de limpeza, não um mecanismo de escalabilidade. As bibliotecas compartilhadas funcionam pelo oposto: preservam e reutilizam componentes estrategicamente.