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O Figma MCP é uma ferramenta poderosa que automatiza muitas tarefas de comunicação entre design e desenvolvimento, mas a colaboração humana continua essencial. Isso acontece porque decisões criativas e de experiência do usuário exigem julgamento especializado que máquinas não podem fornecer sozinhas.
A resposta correta reconhece que, mesmo com toda a automação do MCP, contexto criativo e decisões de UX dependem de avaliação humana. O protocolo pode gerar código, extrair estilos e documentar componentes, mas não consegue fazer escolhas sobre viabilidade do conceito, impacto visual ou experiência do usuário — isso requer profissionais experientes.
Automação nem sempre garante qualidade final sem revisão. O MCP acelera processos, mas suas sugestões precisam de análise crítica. Código gerado, estilos extraídos e documentação automática devem ser validados por humanos antes de ir para produção.
Esse não é o motivo real. Na verdade, o MCP reduz tempo de espera: desenvolvedores recebem respostas instantâneas do assistente conectado. O problema não é latência, mas a natureza das decisões envolvidas.
Completamente falso. O Figma MCP foi criado justamente para acessar arquivos Figma de forma padronizada e segura. Com autenticação correta via token de API, o protocolo lê páginas, componentes, estilos e metadados normalmente.
Essa é a razão real. Contexto criativo envolve decisões sobre identidade visual, alinhamento com objetivos do negócio e experiência do usuário. Essas escolhas requerem julgamento humano que vai além de automação. O MCP é assistente, não substituto.