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A maioria dos projetos combina instrumentação automática e manual para aproveitar o melhor de cada abordagem. A automática captura dados de infraestrutura sem modificar o código, enquanto a manual fornece rastreamentos customizados específicos do negócio.
A estratégia híbrida começa com instrumentação automática para infraestrutura (bancos de dados, HTTP, cache) e depois adiciona instrumentação manual para eventos específicos de negócio que precisam de contexto customizado.
Instrumentação manual é absolutamente necessária. Só com automática você captura apenas o comportamento técnico genérico, perdendo eventos específicos do seu negócio e lógica de domínio que são fundamentais para observabilidade real.
Essa é a abordagem padrão na indústria. Começar com automática reduz tempo de setup e oferece visibilidade imediata; depois adicionar manual permite rastrear regras de negócio, decisões de roteamento, ou eventos customizados importantes para sua aplicação.
A escolha entre automática e manual não depende do tipo de backend. O backend (Jaeger, Prometheus, Datadog) recebe dados via OTLP e é agnóstico à estratégia de instrumentação usada no código.
Implementar manual primeiro é ineficiente e resulta em retrabalho. A ordem correta é inversa: começar com automática para ganhar velocidade, depois enriquecer com manual conforme necessidades aparecem.