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Um request de CPU no Kubernetes define a quantidade mínima de recursos que o container precisa para funcionar adequadamente. O scheduler usa essa informação para decidir em qual nó do cluster alocar o pod, garantindo que cada container tenha o espaço necessário.
O request é a alocação mínima garantida que o Kubernetes reserva para o container. Diferente do limit (que é o máximo), o request funciona como uma promessa do cluster: 'este container terá pelo menos essa quantidade de CPU disponível'. O scheduler só coloca o pod em um nó se houver CPU suficiente para atender ao request.
Exato. O request é a quantidade mínima garantida que o container precisa. É usado pelo scheduler para tomar decisões de alocação e garante que o container tenha recursos suficientes para funcionar sem degradação severa.
Isso descreveria uma métrica de observabilidade, não um request. O request é uma configuração estática que você define, não um cálculo automático baseado no histórico de sete dias. (Embora o VPA possa usar histórico para recomendar valores melhores.)
Confunde request com limit. O limit é o teto máximo que o Kubernetes impõe. O request é o mínimo garantido. Além disso, quem usa o request para tomar decisões é o scheduler, não o contrário.
Isso descreve o limit, não o request. O limit é o máximo que um container pode consumir. O request é o mínimo. São dois conceitos diferentes e complementares no resource management do Kubernetes.