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Traces são rastreamentos distribuídos que acompanham uma requisição enquanto ela passa por múltiplos serviços em uma arquitetura distribuída. Eles permitem visualizar o caminho completo de uma requisição e identificar onde ocorrem latências e gargalos.
Traces são rastreamentos distribuídos que seguem requisições através de vários serviços. Diferente de logs (que registram eventos) ou métricas (que medem números), traces mostram a jornada completa de uma requisição, revelando qual serviço causou lentidão ou falha.
Isso descreve logs estruturados, não traces. Logs documentam ações e eventos com detalhes textuais, enquanto traces rastreiam o caminho de requisições entre serviços.
Exatamente! Traces rastreiam requisições através de múltiplos serviços, permitindo visualizar latências e identificar gargalos em microsserviços distribuídos.
Isso descreve métricas, o segundo pilar da observabilidade. Métricas medem dados numéricos contínuos como CPU e memória, não rastreiam o fluxo de requisições.
Registros de erros críticos são parte dos logs estruturados. Além disso, traces funcionam em qualquer ambiente (desenvolvimento, testes, produção) e para requisições bem-sucedidas também, não apenas erros.