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Observabilidade em OpenTelemetry se baseia em três tipos de sinais complementares: traces (rastreamentos que mostram o caminho de uma requisição), métricas (números agregados como latência e taxa de erro) e logs (registros estruturados de eventos). Juntos, esses pilares oferecem uma visão completa do comportamento interno dos sistemas distribuídos.
Traces, métricas e logs são os três pilares porque cada um responde a uma pergunta diferente: traces respondem 'por onde passou?', métricas respondem 'qual é a tendência?' e logs respondem 'o que exatamente aconteceu?'. Integrados, permitem diagnosticar problemas que nenhum pilar isolado conseguiria resolver.
Spans, eventos e contexto distribuído são componentes técnicos importantes do OpenTelemetry, mas não são os pilares fundamentais da observabilidade. Spans são unidades básicas dentro dos traces, e correlation IDs ajudam a manter o contexto, mas observabilidade exige mais do que isso.
Sampler, exportador e receptor são ferramentas de implementação do OpenTelemetry (como coletar, enviar e receber dados), mas não definem os pilares da observabilidade em si. São mecanismos técnicos, não os tipos de dados fundamentais.
Métricas aparecem aqui corretamente, mas alertas e dashboards são consequências da observabilidade, não pilares. São ferramentas de análise visual que você constrói depois de ter coletado traces, métricas e logs.
Traces, métricas e logs formam o tripé essencial da observabilidade. Cada um oferece uma perspectiva única: traces rastreiam o caminho das requisições entre serviços, métricas acompanham números agregados ao longo do tempo, e logs documentam eventos específicos com contexto detalhado.