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Uma arquitetura moderna combina um NGINX centralizado como proxy reverso com múltiplos containers Docker rodando serviços backend isolados. Essa abordagem permite que o NGINX atue como porta de entrada única, distribuindo requisições entre diferentes serviços de forma eficiente e organizada.
Usar múltiplos containers backend com NGINX centralizado facilita a manutenção porque cada serviço fica isolado em seu próprio container, permite escalabilidade horizontal ao adicionar novos containers conforme necessário, e organiza melhor a infraestrutura ao centralizar o roteamento e load balancing em um único ponto.
Essa alternativa está errada porque normalmente você usa uma única instância do NGINX como proxy reverso centralizado. Não faz sentido ter múltiplas versões do NGINX rodando simultaneamente nos containers backend; o NGINX fica separado, atuando como intermediário.
Essa alternativa não faz sentido porque as requisições precisam sim passar pelo NGINX. É exatamente isso que o torna útil: o NGINX recebe todas as requisições dos clientes e as distribui inteligentemente entre os containers backend.
Essa alternativa é incorreta porque a configuração do NGINX ainda exige regras de roteamento bem pensadas. Você precisa definir upstreams, rotas específicas e lógicas de distribuição de carga. O NGINX centralizado ajuda, mas não elimina a necessidade de configuração.
Essa é a alternativa correta. O NGINX centralizado facilita manutenção (cada container pode ser atualizado independentemente), permite escalabilidade horizontal (adicione mais containers conforme a demanda) e oferece isolamento entre serviços (cada container roda sua aplicação de forma independente).