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O artigo 'Large Language Models are Zero-Shot Reasoners' mostra que modelos de linguagem grandes conseguem raciocinar e resolver problemas complexos sem precisar de exemplos prévios. Essa descoberta revolucionou a forma como entendemos as capacidades inerentes desses sistemas.
A alternativa B está correta porque o artigo de Kojima et al prova que LLMs possuem habilidade natural de raciocínio mesmo quando recebem apenas uma instrução, sem exemplos explícitos. Isso fundamenta a técnica de zero-shot prompting e demonstra que esses modelos não dependem de exemplos para raciocinar.
Essa afirmação é incorreta. O artigo não trata sobre necessidade de retreinamento constante. Pelo contrário, demonstra que os modelos já possuem capacidade de raciocínio sem qualquer retreinamento adicional.
Correta. O artigo de Kojima et al mostra empiricamente que modelos de linguagem de grande escala conseguem executar tarefas de raciocínio complexo apenas com uma instrução simples, sem exemplos explícitos fornecidos pelo usuário.
Essa afirmação é uma generalização exagerada. Embora zero-shot prompting seja poderoso, o artigo não diz que é sempre superior a outras técnicas. Few-shot e chain-of-thought também têm seus usos e vantagens específicas.
Incorreta. O ponto exato do artigo é justamente o oposto: modelos de propósito geral conseguem executar tarefas complexas sem serem especializados, apenas através de prompting eficaz.