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O Sistema 2 mantém agentes executando em paralelo, mas permite que eles compartilhem informações em tempo real. Essa comunicação simultânea entre múltiplos agentes cria desafios técnicos de sincronização que não existem quando os agentes trabalham isolados.
Quando agentes paralelos acessam e modificam o mesmo contexto simultaneamente, é necessário gerenciar quem acessa o quê, em qual ordem e como resolver situações onde dois agentes tentam modificar a mesma informação ao mesmo tempo. Esses são os conflitos de sincronização que tornam o Sistema 2 mais complexo.
Esta afirmação confunde limite técnico com complexidade arquitetural. A quantidade de processadores é uma restrição de hardware, não a principal complexidade adicionada pelo modelo de contexto compartilhado. O Sistema 2 funciona mesmo com poucos processadores, apenas não aproveita total paralelismo.
Agentes no Sistema 2 compartilham o mesmo contexto, justamente porque os dados estão em formato compatível. Se estivessem em formatos diferentes, não conseguiriam se comunicar. O desafio não é incompatibilidade, mas sim organizar acessos concorrentes.
Quando vários agentes acessam o contexto compartilhado ao mesmo tempo, surgem dois problemas principais: (1) gerenciar acessos concorrentes para evitar que um agente leia dados enquanto outro está escrevendo, e (2) resolver conflitos quando múltiplos agentes tentam modificar a mesma informação. Este é o verdadeiro custo do Sistema 2.
O Sistema 2 mantém exatamente a execução paralela como diferencial. Se todos agentes tivessem que esperar um pelo outro, seria o Sistema 3 (linear). A paralelização continua, mas com contexto compartilhado, criando novos desafios.