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Opik integra métricas de qualidade para avaliar sistematicamente as respostas geradas por agentes em produção. Essas métricas vão além de monitoramento técnico, focando em verificar se a saída do agente é semanticamente correta, confiável e segue as restrições definidas. Em LLMOps, essa avaliação contínua é fundamental para garantir que os agentes entregam valor real aos usuários.
A alternativa C está correta porque as métricas de qualidade do Opik medem aspectos semânticos e lógicos das respostas: similaridade com respostas esperadas, se a resposta está correta e se respeita restrições impostas. Isso vai além de contadores técnicos, focando na utilidade real da saída para o usuário final.
Monitorar temperatura da máquina é uma métrica de infraestrutura, não de qualidade de resposta. Opik se concentra em avaliar o que o agente produz, não em métricas de hardware do servidor.
Contar linhas de código mede produtividade de desenvolvimento, não qualidade de saída. As métricas do Opik focam no resultado final entregue pelo agente, não no tamanho do código implementado.
Esta alternativa descreve corretamente as métricas de qualidade do Opik: similaridade semântica (comparar com respostas corretas), correção (a resposta está certa?) e constraints (a resposta segue as regras definidas?).
Contar execuções por usuário é um dado de uso, não uma métrica de qualidade. Opik avalia como o agente se comporta, não apenas quantas vezes foi utilizado.