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BetterAuth implementa múltiplas camadas de proteção de segurança já configuradas automaticamente, sem exigir que você implemente manualmente cada mecanismo de defesa. Essas práticas incluem proteção contra ataques comuns, validação rigorosa de dados e criptografia de informações sensíveis.
A alternativa correta destaca os três pilares da segurança do BetterAuth: proteção CSRF impede ataques de falsificação de requisições, validação rigorosa garante que senhas e dados estejam em conformidade com padrões de segurança, e encriptação adequada protege informações sensíveis armazenadas. Essas três práticas trabalham juntas para criar uma solução segura por padrão.
Esta é a resposta correta. BetterAuth combina proteção CSRF (contra falsificação de requisições), validação rigorosa de senhas e encriptação de dados sensíveis. Essas três camadas de segurança vêm pré-configuradas, exigindo pouco ou nenhum trabalho extra do desenvolvedor.
Bloquear todas as requisições externas sem exceção tornaria a autenticação impossível, pois OAuth2 depende de comunicação com provedores externos. Segurança eficaz não significa isolar completamente, mas validar e proteger as comunicações que precisam acontecer.
Forçar senhas com mais de 20 caracteres obrigatoriamente é excessivamente restritivo e não é a abordagem padrão do BetterAuth. A segurança de senha envolve validação rigorosa, mas com critérios balanceados que não prejudicam a usabilidade.
Desabilitar completamente cookies não é a estratégia do BetterAuth. Cookies são ferramentas legítimas de segurança quando usados corretamente. O BetterAuth usa ambos tokens e cookies de forma segura, escolhendo a melhor opção para cada cenário.