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Um script de automação de planilhas segue uma sequência lógica bem definida: importar a biblioteca, abrir o arquivo, acessar as estruturas de dados (workbook e worksheets), processar as informações e salvar. Essa estrutura modular permite que você construa scripts eficientes e reutilizáveis para automatizar tarefas repetitivas em Excel.
A alternativa D está correta porque descreve o fluxo real de um script de automação: importar openpyxl, abrir o arquivo Excel, acessar o workbook e worksheets, iterar sobre os dados e salvar. Essa sequência é fundamental em qualquer projeto de automação com Python.
Abrir Excel e clicar em células manualmente é exatamente o oposto de automação. Essa abordagem consome muito tempo e é propensa a erros humanos, justamente o que um script automatizado deve evitar.
Tabelas dinâmicas e filtros automáticos são recursos úteis do Excel, mas não representam a estrutura básica de um script de automação em Python. Um script vai além disso, manipulando dados programaticamente de forma muito mais flexível.
Sincronizar com banco de dados e enviar notificações são operações avançadas que podem fazer parte de um script, mas não são a estrutura básica. Um iniciante começa com o fluxo simples de importar, abrir, processar e salvar.
Essa é a estrutura fundamental: importar openpyxl, abrir o arquivo, acessar workbook e worksheets, iterar sobre dados e salvar. Todo script de automação de planilhas segue esse padrão como base, podendo ser expandido conforme a complexidade aumenta.