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Em Bubble, workflows são sequências de ações automáticas que precisam de um ponto de partida. Esse ponto de partida chama-se trigger, e é qualquer evento que o usuário gera, como clicar um botão ou enviar um formulário.
Triggers são exatamente isso: eventos que disparam workflows. Quando um usuário clica um botão, preenche um formulário ou realiza outra ação na interface, esse evento (trigger) inicia toda a automação configurada no workflow.
Callbacks são respostas que retornam após uma integração com API externa, não são os eventos iniciais que disparam workflows. Eles vêm depois que uma ação já foi iniciada.
Hooks são estruturas de código JavaScript customizado que executam em momentos específicos. Em Bubble, você não precisa deles para disparar workflows porque a plataforma já oferece triggers visuais e intuitivos.
Triggers são exatamente os eventos que iniciam workflows: cliques de botão, envios de formulários, mudanças de dados ou até eventos do próprio sistema. São o gatilho que coloca a automação em movimento.
Listeners monitoram mudanças contínuas no banco de dados, mas não são o que inicia workflows. Além disso, em Bubble, você usa triggers para reagir a eventos, não listeners para monitorar indefinidamente.